Navegantes das inquietações a respeito das formas possíveis de habitarmos o mundo que nos cerca
DOI:
https://doi.org/10.48619/cap.v6i1.1036Resumo
Apresentando-se na paisagem, como natureza presentificada em terra, corpo-abrigo vestido de poesia, suspendido por escoras que equivalem a palafitas das memórias, mar debruçante de pés desnudos, flutuante de miras mar das frestas dos ventos que assobiam no horizonte em reconstrução, aportando nos desejos as inquietudes das formas possíveis de habitarmos no mundo Imantado, a natureza do corpo e do mundo. Barcos suspensos nas estruturas das memórias esquecidas, corpo-mar flutuante nas frestas do silêncio. Abrigo poético que quiçá deseja visibilizar as presenças humanas e suas trajetórias. Possibilitando gestar as travessias dos saberes e das escutas nos territórios das ausências e silêncios, para a consciência regenerativa do natural e dos humanos. Barcos como casas que se navegam com os olhos, com os desejos das consciências solitárias que desejam existir.